Família

julho 5, 2012 by

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Passeio Ciclístico Preserve o Morro do Osso

junho 29, 2012 by

Neste domingo vamos pedalar até o Morro do Osso, a concentração será na Praça da Tristeza apartir das 08:30, com saída pontualmente às 09 horas.

Dia 01 de julho – Morro do Osso – Tapera

junho 23, 2012 by

Vamos ter que escolher entre 3 modelos !

junho 20, 2012 by

Desafio 100km – Outubro

junho 19, 2012 by

Inscrições Limitadas em 100 participantes.
Valor R$ 100.00 (cem reais).
Kit : Camisa Mauro Ribeiro, alimentação, adesivo.
Carro de apoio.
Guias Experientes.

Locais de Inscrição: apartir do dia 01 de Julho.

Bike Tech
Bike Sul
Adventure
Maraschin
Dudu Bike

ACZS na Copa União de Ciclismo (17/06/2012)

junho 17, 2012 by

Copa União de Ciclismo – Domingo 17 de Junho

junho 16, 2012 by

A ACZS estará participando da corrida no Gasômetro, participe !

ACZS no Programa Televisivo PATROLA da RBS

junho 14, 2012 by

Sábado próximo (16/06/2012) será transmitida a matéria feita pelo PATROLA com a ACZS.

“É as 11h40min no doze!”

Morro do Osso – Tapera (transferido)

junho 8, 2012 by

Fica para o dia 01 de julho o passeio ciclístico Morro do Osso – Tapera.

Fotos Expedição “Ponte Ferroviária sobre o Rio Pelotas”

junho 7, 2012 by

Nos dias 2, 3 e 4 de junho fizemos uma Expedição até a Ponte Ferroviária que liga Vacaria/RS à Lages/SC.

Para aproveitar e pedalar um pouco a mais a expedição iniciou em Canela, e como de praxe tomamos um café colonial no Joãozinho em Canela e pedalamos até Bom Jesus.

Ponte de ferro no Passo do Inferno do rio Santa Cruz, entre Canela e Bom Jesus.

Pause para conserto de um pneu furado e recarregar os bolsos com comida de saque rápido.

Início da ultima meta de montanha após passar a ponte rodoviária sobre o rio das Antas (desnível  de 470m ) com traguardo em Bom Jesus. Esta etapa nunca é fácil! E nunca conseguimos faze-la com tempo seco.

Em Bom Jesus fomos direto nos hospedarmos no Eskadão, no entanto não o estabelecimento não estava mais em funcionamento, mas conseguimos localizar o proprietário (Sr. Arizinho) que agora esta no ramo do varejo. Fomos até seu sortido mercado intitulado com o sugestivo nome “Tá na Mão”. Lá nos foi cedida uma garagem onde podemos pendurar nossas roupas molhadas e descansarmos.

E como complemento podemos ficar ao redor do fogão a lenha enquanto atualizávamos a conversa com o folclórico Sr. Arizinho que é uma pessoa de grande presteza e com muitos causos e estórias.

Após uma noite com muita chuva (~60mm) o dia amanheceu agradável (~10°C) e com sol, o trecho de asfalto (45km) fui superado em menos de 2h.

Após pegarmos a estrada não pavimentada poucos quilômetros cruzamos o rio Santana (afluente direto pela margem esquerda do rio Pelotas). Só voltaríamos a cruzar com outro veículo mais de 24h após pegarmos a estrada de chão!

Muro de pedra delimitando a entrada para as terras da última fazenda que dá acesso à ponte ferroviária sobre o rio Pelotas.

Após transpor um morro com declividade e pedras soltas que nos forçaram a empurrar as bicicletas morro acima e nos promoveram uma dose de adrenalina morro abaixo a trilha desemboca na cabeceira da ponte e na boca norte do túnel n°38.

Ah, a ponte! Apesar de suas águas estarem estagnadas pelo remanso causado pela represa do aproveitamento hidrelétrico de Barra Grande (700MW) a paisagem é belíssima, que junto ao isolamento do local e a pouca familiaridade com uma ponte com trilhos ao invés de asfalto nos remete a sensações inéditas.

Transposta a ponte, havia apenas um túnel de 300m (túnel n°37)  nos separando do ponto de acampamento, a Estação Ferroviária Sargento Queiroz! Na boca norte podemos pegar água que corria pela parede de pedra, que foi utilizada para consumo, coquição e limpeza dos utensílios.

A estação em si estava abandonada, provavelmente teve seu funcionamento na época do telégrafo da RFFSA.

A edificação ainda tinha condições de nos receber, assim nos poupamos de armar barraca. Jantamos um arroz com linguiça bebendo vinho e escutando Pedro Ortaça a beira do fogo.

À noite a chuva começou e não nos daria trégua até chegarmos em Lages, porém dificuldade maiores que a chuva tiveram de ser superadas. A proteção contra a chuva colocada sobre as sapatilhas não resistiram à primeira subida forte que tiver de empurrar as bicicletas devido ao barro e às pedras soltas!

O caminho de subida devolta ao campos de cima da serra era por entre uma vasta plantação de pinus, que sem bússula nem GPS e com o céu encoberto ameaçando baixar nevoeiro nos fez perambular 15km a mais que o trajeto planejado e laçando dois morros. O provável caminho que fizemos erroneamente está em vermelho na imagem abaixo.

Encontrado o caminho certo encaramos 30km de muito barro até encontrar com o asfalto da BR-116 e então mais 48km até a rodoviária em Lages.

O barro era tanto que bloqueava o giro das rodas e limitava o uso de apenas uma das coroas. A expressão usado pelo funcionário da “lavação” (é assim que se fala “lavagem” em SC) quando viu as bicicletas foi “Mas que força de barro!”.