Archive for the ‘Ciclismo’ Category

ACZS na Copa União de Ciclismo (17/06/2012)

junho 17, 2012

ACZS no Programa Televisivo PATROLA da RBS

junho 14, 2012

Sábado próximo (16/06/2012) será transmitida a matéria feita pelo PATROLA com a ACZS.

“É as 11h40min no doze!”

Fotos Expedição “Ponte Ferroviária sobre o Rio Pelotas”

junho 7, 2012

Nos dias 2, 3 e 4 de junho fizemos uma Expedição até a Ponte Ferroviária que liga Vacaria/RS à Lages/SC.

Para aproveitar e pedalar um pouco a mais a expedição iniciou em Canela, e como de praxe tomamos um café colonial no Joãozinho em Canela e pedalamos até Bom Jesus.

Ponte de ferro no Passo do Inferno do rio Santa Cruz, entre Canela e Bom Jesus.

Pause para conserto de um pneu furado e recarregar os bolsos com comida de saque rápido.

Início da ultima meta de montanha após passar a ponte rodoviária sobre o rio das Antas (desnível  de 470m ) com traguardo em Bom Jesus. Esta etapa nunca é fácil! E nunca conseguimos faze-la com tempo seco.

Em Bom Jesus fomos direto nos hospedarmos no Eskadão, no entanto não o estabelecimento não estava mais em funcionamento, mas conseguimos localizar o proprietário (Sr. Arizinho) que agora esta no ramo do varejo. Fomos até seu sortido mercado intitulado com o sugestivo nome “Tá na Mão”. Lá nos foi cedida uma garagem onde podemos pendurar nossas roupas molhadas e descansarmos.

E como complemento podemos ficar ao redor do fogão a lenha enquanto atualizávamos a conversa com o folclórico Sr. Arizinho que é uma pessoa de grande presteza e com muitos causos e estórias.

Após uma noite com muita chuva (~60mm) o dia amanheceu agradável (~10°C) e com sol, o trecho de asfalto (45km) fui superado em menos de 2h.

Após pegarmos a estrada não pavimentada poucos quilômetros cruzamos o rio Santana (afluente direto pela margem esquerda do rio Pelotas). Só voltaríamos a cruzar com outro veículo mais de 24h após pegarmos a estrada de chão!

Muro de pedra delimitando a entrada para as terras da última fazenda que dá acesso à ponte ferroviária sobre o rio Pelotas.

Após transpor um morro com declividade e pedras soltas que nos forçaram a empurrar as bicicletas morro acima e nos promoveram uma dose de adrenalina morro abaixo a trilha desemboca na cabeceira da ponte e na boca norte do túnel n°38.

Ah, a ponte! Apesar de suas águas estarem estagnadas pelo remanso causado pela represa do aproveitamento hidrelétrico de Barra Grande (700MW) a paisagem é belíssima, que junto ao isolamento do local e a pouca familiaridade com uma ponte com trilhos ao invés de asfalto nos remete a sensações inéditas.

Transposta a ponte, havia apenas um túnel de 300m (túnel n°37)  nos separando do ponto de acampamento, a Estação Ferroviária Sargento Queiroz! Na boca norte podemos pegar água que corria pela parede de pedra, que foi utilizada para consumo, coquição e limpeza dos utensílios.

A estação em si estava abandonada, provavelmente teve seu funcionamento na época do telégrafo da RFFSA.

A edificação ainda tinha condições de nos receber, assim nos poupamos de armar barraca. Jantamos um arroz com linguiça bebendo vinho e escutando Pedro Ortaça a beira do fogo.

À noite a chuva começou e não nos daria trégua até chegarmos em Lages, porém dificuldade maiores que a chuva tiveram de ser superadas. A proteção contra a chuva colocada sobre as sapatilhas não resistiram à primeira subida forte que tiver de empurrar as bicicletas devido ao barro e às pedras soltas!

O caminho de subida devolta ao campos de cima da serra era por entre uma vasta plantação de pinus, que sem bússula nem GPS e com o céu encoberto ameaçando baixar nevoeiro nos fez perambular 15km a mais que o trajeto planejado e laçando dois morros. O provável caminho que fizemos erroneamente está em vermelho na imagem abaixo.

Encontrado o caminho certo encaramos 30km de muito barro até encontrar com o asfalto da BR-116 e então mais 48km até a rodoviária em Lages.

O barro era tanto que bloqueava o giro das rodas e limitava o uso de apenas uma das coroas. A expressão usado pelo funcionário da “lavação” (é assim que se fala “lavagem” em SC) quando viu as bicicletas foi “Mas que força de barro!”.

Tralha agrupada!

maio 31, 2012

Expedição ACZS 2012 – Etapa 2

maio 16, 2012

Expedição ACZS 2012 – Etapa 1

maio 15, 2012

 

Usar toda a faixa ou a borda!?

abril 23, 2012

O video abaixo mostra o ciclista sendo atropelado utilizando toda a faixa de uma pista sobre uma ponte.

Alguns dizem que usar toda a faixa é mais seguro, no entanto, não é o que refletem os comentários deste video no Youtube.

Pedalar no meio da faixa força os motoristas a realizarem uma manobram mais arriscada, já que tem que cuidar o ciclista e os demais veículos. O ciclista trafegando junto a borda da faixa facilita enormemente o desvio que o motorista tem de fazer, e principalmente transmite que a intenção do ciclista não é bloquear o caminho de veículos mais rápidos, sejam eles autmotores, ou mesmo outros ciclistas. Neste vídeo é possivel ver que mesmo utilizando a faixa toda, os veículos não passam tão distantes dos veículos.

O ciclista no trânsito deve ser ao mesmo tempo o mais visível e o mais inerte possível! E nem sempre impor seu direito, no caso o de usar a faixa toda, é o comportamento mais seguro para o ciclista.

Pedalar usando a faixa inteira pode evitar vários “incidentes”, porém pode causar um grave “acidente”. Você decide!

Guarda-corpo da ciclovia da Ipiranga (3)

janeiro 19, 2012

Mercado econômico da bicicleta na Grã-Bretanha

dezembro 12, 2011

E o uso da bicicleta cresce na terra da rainha!!!

Lá é um mercado cada vez mais significativo. Me pergunto quando será que teremos uma atividade econômica assim aqui, que popularize a bicicleta e melhore a qualidade dos produtos ao termos consumidores mais exigentes.

Vídeo aqui.

Treino ACZS 15/11/2011

novembro 15, 2011

Passagem pelo Timbuca!